
Vamos voltar há 65 milhões de anos atrás, quando a Terra ainda era dominada por dinossauros. Um grande asteróide, que acredita-se que caiu na península de Yucatán, fez um enorme estrago na superfície terrestre, impossibilitando o surgimento de novas espécies durante anos. Agora vamos imaginar que um evento similar a este ocorra na Terra nos dias de hoje. Ora, por que não? as chances são as mesmas de 65 milhões de anos atrás! o grande problema é que mesmo um pequeno asteróide, do tamanho de uma casa, viajando a 48 mil km/h, poderia fazer um estrago equivalente ao de uma bomba atômica, suficiente para devastar uma extensa área de uma cidade. Todavia, alguns projetos estão sendo desenvolvidos para evitar esse tipo de catástrofe. Um exemplo recente que pode ser citado como "arma anti-asteróides" é o do míssil americano que atingiu o satélite em rota de colisão com a Terra. Se realmente existisse risco iminente de colisão, a humanidade só seria informada a 48 horas antes do impacto, e os países deveriam usar todo o seu equipamento bélico para tentar desviar a rota do asteróide. Caso contrário, um adeus. Boa parte da população morreria instantaneamente com a colisão, e a outra parte viveria sem a luz solar, o que resfriaria a temperatura global. Vários documentários já foram exibidos pelo canal de televisão "Discovery Channel", sejam eles apenas falando sobre o risco dos asteróides ou simulando uma catástrofe. Um vídeo da série "10 Way the World Will End" é uma simulação e mostra as conseqüências sofridas pelo mundo. Há também um jogo no site do Discovery que simula um período pós-catástrofe. Não se sabe quando ou onde um asteróide vai atingir a Terra, e se chegar a atingir. Mas enquanto isso, estaremos torcendo para que isso demore muito, muito tempo!

